E se o Goiás provocar o caos no futebol mundial?

Antes de mais nada gostaria de salientar que não acompanho futebol de maneira alguma, ou melhor, não acompanho esporte nenhum a não ser em época de copa do mundo.

Recebi um e-mail de um conhecido com o seguinte texto, não sei quem é o autor da proeza, mas cabe à mim a missão de vos compartilhar:

Dezembro de 2010 – Goiás vence a Copa Sul-Americana. Dias antes, perde para o Corinthians e cai para a Série B do Brasileirão melancolicamente.
Maio de 2011 – É rebaixado no Campeonato Goiano, pois concentrou todas as suas forças na Libertadores, onde faz boa campanha, já tendo eliminando o Colo-Colo, o Corinthians, o Santos e o River Plate.
Junho de 2011 – Vence o Inter em pleno Beira-Rio e se classifica para a final da Libertadores. Faz campanha pífia no começo do Brasileirão Série B, perdendo para Bragantino, Guaratinguetá e Icasa. Imprensa começa a se desesperar por não conseguir explicar o paradoxo goiano, o fenômeno do pequi.
Julho de 2011 – Rafael “He-Man” Moura faz três e o Esmeraldino levanta a Copa Libertadores contra o Boca em plena La Bombonera, para desespero de Maradona, que do alto de seu camarote gritou: “¡pero quién carajo es Goiás, por diós!”. Enquanto isso, na Série B, time briga para sair do Z-4.
Agosto de 2011 – A janela de transferências não perdoa e provoca um desmanche no histórico time goiano: Rafael Moura vai para o Manchester City, Tolói é vendido ao Milan, Marcão vestirá a camisa do Inter de Milão e Harlei substitui Peter Cech no Chelsea.
Setembro de 2011 – Brigando para não cair na Série B, o Campeão da América está na merda. A imprensa abutre diz “era previsível” e profetiza um fracasso retumbante do Goiás no iminente Mundial Interclubes. A diretoria do clube se irrita e resolve agir: fecha uma parceria milionária com pecuaristas goianos. Acredite, essa gente tem MUITO dinheiro.
Outubro de 2011 – Goiás fecha com Fernandão (de novo!), Fred, Bruno César, Miranda, Alex Silva, Jucilei, Victor, Rafael Sóbis e Tinga. E anuncia a maior contratação: Adriano, que em 2011 não deu certo no futebol do Uzbequistão e quer voltar para o Brasil para recuperar a “alegria de jogar”. As contratações são exclusivas para o Mundial, pois já passou a data de inscrições na Série B. Na segundona, perde para o Ituiutaba e tem apenas 8% de chances de não cair.
Novembro de 2011 – O time entrega as pontas na Série B e se conforma com a lanterna e o rebaixamento para a Série C. O foco é todo no treinamento para o Mundial. Enquanto isso, as mesas redondas racham e perdem patrocinadores por não ter uma explicação decente para o que acontece.
Dezembro de 2011 – Goiás cai para a Série C e é Campeão Mundial Interclubes FIFA, ao vencer a final contra o Real Madrid de Cristiano Ronaldo. Na coletiva ao fim do jogo, José Mourinho lamenta: “perdemos para um time de segunda divisão”. Ainda bem que ele não lê as notícias do futebol brasileiro. Terceira divisão, Mourinho, terceira.
Fevereiro de 2012 – O fenômeno do pequi fica mundialmente famoso. Time mantém a base campeã do mundo, pois os times europeus estão em crise e já não importam pé-de-obra. Diretoria abre mão de disputar a segundona do goiano e a Copa do Brasil, alegando falta de rentabilidade, e leva o time para uma excursão na Europa, onde enfrenta Manchester United, Juventus e Paris St-Germain. A CBF enlouquece com o desmando e estuda uma punição, como um rebaixamento. Mas desiste quando lembra que o time já está na terceirona, e feliz. Ricardo Teixeira então envia um ofício à FIFA e se reúne secretamente com a Conmebol.
Julho de 2012 – Goiás perde a final da Libertadores para o Chivas Guadalajara em um jogo com cinco pênaltis mal marcados (!!!)  a favor do time mexicano. Mesmo assim, está classificado para o Mundial Interclubes.
Agosto de 2012 – Esmeraldino coloca time fraldinha para disputar Série C e consegue boa campanha, se mantendo entre os 10 primeiros. Time principal tem a maior “pré-temporada” da história, apenas treinando e fazendo amistosos durante 6 meses, pensando no Bi-Mundial.
Setembro de 2012 – Goiás Esporte Clube ganha causa na Justiça Comum e desmoraliza CBF.
Outubro de 2012 – Time fraldinha da Série C cai de rendimento, pois sofre com estranha debandada de seus jovens atletas, que abandonam o time alegando ter propostas do exterior. Kia Joorabchian vê seu nome envolvido no caso.
Novembro de 2012 – FIFA se reúne para discutir a eliminação do Goiás do Futebol.
Dezembro de 2012 – Goiás perde para o Goytacaz e cai para Série D do Brasileirão. No dia seguinte, time principal embarca para Abu Dhabi. Dias depois, é Bi-Campeão do Mundo ao vencer o Barcelona de Messi, Ganso e Neymar.
Final de Dezembro de 2012 – Fim do Mundo.
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